Cinismo - Deboche - Descalabro
Cada região no mundo vive de acordo com suas
peculiaridades. E não existe meio de mudar o passado. O presente é a realidade
onde os fatos acontecem.
A bem da verdade o Poder não muda de mão. Desde que
o mundo é mundo. Os impérios nascem, crescem e morrem, assim como o Poder individual
material representado pela riqueza. Porem o paradigma do Poder não muda. O
resultado amiúde no mundo na luta pelo poder, é o winnertakesall: O vencedor
leva tudo.
Assim a china milenar continua como um outro planeta
dentro do planeta Terra, a Russia uma monarquia imperialista, o Ocidente auto
intitulado a região progressista que possibilita ao mundo o acesso ao futuro, o
Shangrila almejado por todos os povos.
Aqui no Brasil em particular, vive-se um momento de
ruptura, duas forças se debatem buscando a primazia do Poder. Uma de
transformação outra de manutenção. Os papéis estão invertidos, os propalados
progressista, adotam a posição conservadora, os rotulados conservadores adotam
atitudes inovadoras dentro da realidade brasileira. É uma luta para voltar o deboche o descalabro.
Mudar o status-quo é quase impossível nas sociedades
humanas. As forças de mudanças invariavelmente encontram resistências
extraordinárias em tal desiderato. Somente a roda irresistível da história
consegue tal pretensão.
Duas forças chocando-se catastroficamente. Um
confronto épico.
A História, dirá do vencedor. Em 2 anos saber-se-á a
nova realidade brasileira.
Quem viver, vera.
É o velho parasitismo de sempre de um lado, e de outro as forças produtivas. Enquanto intelectuais, principalmente de esquerda através de interminaveis discursos, tratam do sexo dos anjos, o paradigma de produção; - que efetivamente eleva, mantem as Nações prosperas do mundo, alinhadas numa frente hegemonica que dita os destinos das Nações, é desconcertantemente ignorada por aqui.
É o velho parasitismo de sempre de um lado, e de outro as forças produtivas. Enquanto intelectuais, principalmente de esquerda através de interminaveis discursos, tratam do sexo dos anjos, o paradigma de produção; - que efetivamente eleva, mantem as Nações prosperas do mundo, alinhadas numa frente hegemonica que dita os destinos das Nações, é desconcertantemente ignorada por aqui.
Afirma-se: É
um povo sem rumo, governado por gente que não tem absolutamente nenhum
interesse nesse povo”.
Apoiaram um golpe
parlamentar em nome do combate à corrupção e colocaram no governo um corrupto
completo”.
São duas afirmações e uma meia verdade. A meia verdade
é a segunda afirmação. Qto a primeira, na historia do Brasil, até hoje quem
verdadeiramente governou como estadista, patrocinando projetos de Nação e não
somente projetos que beneficiasse grupos restritos?
Na realidade brasileira o discurso de bem publico
sempre foi imponderável, subjetivo e mesmo improvável. Qdo se afirma que o
petróleo é nosso. Até hoje ficam devendo explicar o que significa isto.
Os conchavos o fisiologismo as negociatas são
atitudes que estão enraizadas na vida do Pais. Tornou-se cultural o costume de
levar algum por fora, diante da ganancia, da indiferença e até da crueldade das
elites que governaram o Brasil até hoje, a atitude de conseguir resolver os
problemas através das facilidades, foi saída encontrada pelo povo para
sobreviver. O mais baixo funcionário publico seguindo o exemplo dos superiores,
sempre criaram dificuldades para vender facilidade. Assim o jeitinho brasileiro
foi a maneira encontrada para a sobrevivência. Acontece que este comportamento
enviesado da alma brasileira atingiu proporções inimagináveis. Alguma coisa
teria que acontecer. E aconteceu.
Bresser lembrou que, como Trump, Emmanuel Macron também bloqueou uma desnacionalização. “É
uma coisa absolutamente correta; tem certas empresas que não se deve
desnacionalizar. Trump está fazendo o certo. Macron fez a mesma coisa na
França. Aqui no Brasil a coisa é diferente. Aqui a gente vende tudo, desde que
o Brasil virou um país com uma política liberal, colonialista, dependente,
desde os anos 1990. Houve tentativa de mudança por parte do Lula. Agora voltou
com uma violência total”.
Cada região no mundo vive o presente de acordo com
particularidades próprias e especiais de acordo com sua historia. Para que
manter um estado grande, inchado aqui no
Brasil, além de favorecer o fisiologismo e as negociatas, pra que?
O descalabro esta encracalado. Qualquer sujeito que
consiga qualquer posição dentro do mundo institucional submerge em um ambiente
de favorecimento individual, desde a mais ínfima condição municipal ao mais
alto cargo publico. Não é que no meio da plena atividade das ações da policia,
dos MP, da PGR, um rapaz indicado por políticos no governo sai distribuindo
milhões aos apaniguados?
Desde que Brasil é Brasil sempre predominou o
Estado. Hoje tornou-se gigantesco. E o povo sempre excluído.
E ai? Pra onde vai o Brasil.
O governo Temer é uma vergonha.
Criticar o Temer é quase unanimidade hoje em dia.
Agora usar esta unanimidade para criticar o neoliberalismo só demonstrara
eficácia se a critica traga como consequência a vitória de seus defensores na
próxima eleição.
Aqui no Brasil o debate é contra o liberalismo,
acontece que a alternativa é o que? O programa da esquerda provou-se ineficaz
para a economia. Na realidade foi causador de uma imensa bolha. O crescimento
conseguido não tinha sustentação. Se a esquerda voltar ao poder,
inevitavelmente terá que governar contrariando o próprio discurso.
Ou seja: Diminuição do Estado. Combate a burocracia.
Reforma politica. Reforma da previdência. Manutençao e aperfeiçoamento da
reforma trabalhista que somente a pouco tempo validou o termo de quitação da
divida trabalhista. Reforma tributaria. Enfim o governo terá que se superar em
retirar o garrote que impede a economia crescer e se estabilizar, assim
finalmente dando condições de inserção do cidadão na vida econômica da Nação.
São os intelectuais
orgânicos do capitalismo financeiro rentista. Coisa horrível, são pessoas que
não têm nenhum compromisso com o povo”, afirma.
Nesse contexto de
hegemonia rentista, não há saída?, perguntamos. A resposta de Bresser: “Tem
saída, claro. Tem um ativo que é sempre muito grande, que é o povo. Esse povo
existe e já não é mais uma ralé absolutamente dominada. Participam
politicamente. Eles têm voz. A gente tem que conquistá-los com uma proposta.
Não basta só protestar”.
A bem da verdade o Poder não muda de mão. Desde que
o mundo é mundo. Os impérios nascem, crescem e morrem, assim como o Poder
individual material representado pela riqueza. Porem o paradigma do Poder não
muda. O resultado amiúde no mundo na luta pelo poder, é o winnertakesall: O
vencedor leva tudo.
Dentre os
que lutam pelo Poder o povo não conta. As ideologias são ferramentas da guerra.
Os fins justificam os meios. E ai não tem santo, estão todos no mesmo saco.
O povo?
As gentes no mundo contemporâneo desejam unicamente
consumir o que for fabricado pela indústria, ter acesso aos serviços e viverem
conectados.
O Brasil realmente
é um País suis generis.
A
colonização nos paises latinos diferentemente do anglo-saxão, excluiu o povo de
sua genealogia.
Somente
no inicio do sec.XX a maior parte da população rural iniciou a migração para as
cidades. O analfabetismo era generalizado no populacho. E continua sendo...
A gente
comum, jamais teve direito a qualquer pedaço de terra, propriedade exclusiva do
Estado, da elite. Muito diferente do ocorrido nos EUA. Até hoje, mesmo depois
da esquerda ascender o Poder, a
Terra é propriedade do Estado, o homem vulgar
continua sem um lugar para descansar de tanta miséria.
Depois de
tantas idas e vindas, continuamos mantendo uma sociedade muito singular. Tentar
explicar o Brasil no exterior, é tarefa extremamente desconcertante,
imponderavel quase impossível, é a mesma coisa, vai explicar la fora o
significado da palavra, saudade...
Depois
das mudanças de 2013, as instituições estão em rota de repaginação de
reconstrução, passou o tsunami, uma nova realidade é apanágio e necessidade de
aceitar e ou compreender o novo mundo, que chega vertiginosamente, ante a
incredulidade daqueles que não acompanham o novo paradigma social que nasce no
planeta. Morre o mundo velho, nasce o novo. Somente o homem, continua o mesmo.
Da-lhe o mínimo para continuar a ser o que é, que ele lhe manterá no poder.
Dentre os
que lutam pelo Poder o povo não conta. As ideologias são ferramentas da guerra.
Os fins justificam os meios. E ai não tem santo, estão todos no mesmo saco.
Qual Pais
no mundo contemporâneo, aceita um condenado pela justiça pleitear a disputa de
qualquer cargo publico.
Como
seria na Russia, na China, na Siria. Na Alemanha ou EUA.
Somos
realmente um povo cordial.
Que
saudade das praias da minha juventude.
XXX
Todos
discursos interminaveis da social democracia, do socialismo e do comunismo estão chegando a um
final melodramatico. A proposta pos revolução industrial de tornar um mundo
socialmente justo e igualitario vem sofrendo de anemia por simplesmente estar
impossibilitada de alimento. As massas humanas que sustentavam tais propostas,
foram definitivamente cooptadas pelo canto da sereia da possibilidade de viver
com certo conforto, mantendo o mundinho particular inalterado. O ser humano é
extremamente conservador naquilo que o mantem vivo. É aquela coisa, estamos
resignados em viver na pocinha do charco e a unica coisa que esperamos é que
não se faça marola para evitar que engulamos a lama que nos sustenta.
Desde
Adão e Eva o ser humano mudou muito pouca coisa.
A utopia
socialista tentou vender um mundo do qual se poderia conservar esta tendencia
de estagnção espiritual, conquanto que se mantivesse no poder os camaradas, off
course. E ainda por cima oferecendo uma sociedade laica. Mataram Deus. O
"altruismo" socialista, seria suficiente para manter o Shangrila de
nossos sonhos.
Terradois.
Revolução 4.0. Matrix. Estações em orbita da Terra onde a elite planetaria
realizaria seus sonhos de conforto.
Enquanto
isto o homem... O velho homem arrastando na superficie sua vida de miseria.
Pois é...
Mataram Deus. Recorrer aque nestas alturas do campeonato.
Revoluções
são coisas ultrapassadas. Do passado.








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