terça-feira, 20 de março de 2018


O Brasil esta na encruzilhada de seu destino

Duas forças se encontram em um choque épico. 
De um lado a força do retrocesso do conservadorismo de outro a força do progresso da prosperidade

Uma pretende o Brasil de sempre. Povo excluído e vivendo em guetos. O apartheid social.
A outra um Pais com mais justiça e mais igualitário


  
A presidente do STF precisa de toda força possível. As feras estão a espreita
 

Acabaram com a pujança de crescimento pos 2ªguerra, o rentismo era uma ameaça que estava no nascedouro, contava a produção e toda a teia virtuosa que a circundava.


Hoje a industria é uma palida sombra do passado. Aqui no Brasil sem contar com a tecnologia e a nova fase da industria4.0

O Mappin foi uma das mais tradicionais lojas de departamentos de São Paulo. Surgiu em 1913 e fechou em 1999, depois de 86 anos de atuação. Foi, juntamente com a Mesbla, Lojas Brasileiras, Casa Fretin, Botica Ao Veado D’Ouro, Ducal e outras lojas, uma das principais referências do comércio do Centro velho da cidade.

Depois de poucas decadas, vitimados pela ação nefastas de politicos demagogos, ambiciosos e corruptos que legislaram em proveito proprio, impondo leis demagogicas o comercio vive de crise e depressão.

Cansei de continuar lendo e ouvindo a ladainha de que o responsável pela hecatombe que vive o Brasil é de empresários desalmados, escravocratas. E que a solução para os pobres trabalhadores explorados são os sindicatos e os políticos socialistas, prontos a legislar em defesa da classe trabalhadora. Sob estes discursos uma geração e meia, intelectualmente falando estão perdidas, sera necessário um tempo longo para formatar a mente destas gerações. A filosofia que os embala é que patrão tem o dever de se portar de acordo que reza o discurso do politicamente correto, e pior acreditam que a ameaça a imposição e a truculência de leis demagógicas são os procedimentos corretos, para colocar os empregadores nas condutas que acreditam adequadas.

Os tubarões, os verdadeiros donos do Capital dão risada da tentativa e do fracasso desta filosofia.

Sobrou pra quem?

Sobrou para vitimas como eu, que nasci pobre sem Capital hereditário, classe média filho e neto de imigrantes. E... potencial empregador, aquele que gera emprego.

A verdade é que os grandes empresários sempre reclamaram do custo Brasil, da suposta carga tributária elevada e nunca pagaram um centavo de imposto. – É... Eles não pagam, mas os pequenos, médios empresários. Pagam. E além dos altíssimos impostos são atacados com a burocracia e a insegurança jurídica tanto civil, qto a trabalhista.

O que não existe mesmo mais é espaço para insistir em que a base da pirâmide mais uma vez seja chamada a dar sua cota de sacrifício.
A tal da classe trabalhadora evocada nestes discursos, depende diretamente da base da pirâmide de quem gera os empregos e que são os verdadeiros prejudicados. 

Prejudicada a base da pirâmide, que sustenta todo o arcabouço produtivo da Nação, os pequenos e médios empresários, o que aconteceu foi o desastre que vive a economia no Brasil, com a situação dramática que a classe trabalhadora padece no presente. Sem emprego. Sem salario.

A mente de qualquer trabalhador contemporâneo, encara seu empregador como adversário, como inimigo e não como aliado, como deveria ser.

No Capitalismo, conta a produtividade a concorrência a qualidade. No tempo da pujança da economia que crescia a base de 8% ao ano, os trabalhadores tinham orgulho da empresa que trabalhavam, existia uma rivalidade saudável com os outros trabalhadores das empresas concorrentes, existia um plano de carreira e condições de prosperidade dentro da própria empresa. Depois de décadas de discurso populista e oportunista, todo este cenário foi destruído.

O Brasil foi destruido por um sistema de corrupção endêmica que sustentou a elite parasitaria em detrimento do PIB e de todos aqueles que tentaram produzir alguma coisa, pelo contrario aquele que produz e gera riqueza sempre foi encarado pelos governantes, como o pato a ser depenado. As leis demagógica, criadas pelos políticos oportunistas, jamais se preocuparam em quem pagaria a conta em razão delas. De descalabro em descalabro, vivemos o terror dos dias atuais.

Todos os pretendentes do campo conservador são co-responsáveis pelo quadro de desastre social e econômico que o País atravessa. - Inclusive os do campo socialista – nesta matéria não tem santo. A colonização nos paises latinos diferentemente do anglo-saxão, excluiu o povo de sua genealogia. 

Dentre os que lutam pelo Poder o povo não conta. As ideologias são ferramentas da guerra. Os fins justificam os meios. E ai não tem santo, estão todos no mesmo saco.

Os diagnósticos todos preparados pela turma do financismo anunciava a inevitabilidade de uma quebra do governo caso as “reformas” apontadas por eles não fossem implementadas com urgência e rigor. Estas reformas terão que acontecer de um jeito ou de outro, senão o Brasil não sai do buraco. 

A questão é, se a esquerda voltar ao poder, terá que conciliar com tudo aquilo que critica. Sera necessário mudar a mentalidade de uma geração que cresceu embalado pelo discurso do enfrentamento em vez do discurso do alinhamento com aqueles que verdadeiramente geram as possibilidades de prosperidade.

O Brasil não está quebrado!
 Não... Mas esta travado. Sofre de gigantismo. Um bobão desarticulado.

Toda e qualquer saída deve passar, em primeiro lugar, pela retomada do crescimento da economia. Não há solução em torno da continuidade de novas e/ou antigas propostas de reformas e ajustes.

A negativa da frase acima contraria a própria afirmação da frase. É uma frase contraditória em si mesma. Como convencer os DONOS DO CA´PITAL, que a coisa agora vai? Este negócio de confrontar o PODER é de uma inutilidade que esta prestes a ser desmoralizada pela realidade do contemporâneo. A não ser que se confronte com os robôs da quarta revolução industrial.

A verdade é que os grandes empresários sempre reclamaram do custo Brasil, da suposta carga tributária elevada e nunca pagaram um centavo de imposto. – É... Eles não pagam, mas os pequenos, médios empresários. Pagam. E além dos altíssimos impostos são atacados com a burocracia e a insegurança jurídica tanto civil, qto a trabalhista.  Que empresa resiste a uma legislação que a coloca a mercê de uma lei que não garante a validação do recibo de quitação? As empresas são presas de chantagens institucionalizadas.

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