O Brasil esta na encruzilhada de seu destino
Duas forças se encontram em um choque épico.
De um lado a força do retrocesso do conservadorismo de outro a força do progresso da prosperidade
Uma pretende o Brasil de sempre. Povo excluído e vivendo em guetos. O apartheid social.
A outra um Pais com mais justiça e mais igualitário
A presidente do STF precisa de toda força possível. As feras estão a espreita
Acabaram com a pujança de
crescimento pos 2ªguerra, o rentismo era uma ameaça que estava no nascedouro,
contava a produção e toda a teia virtuosa que a circundava.
Hoje a industria é uma palida
sombra do passado. Aqui no Brasil sem contar com a tecnologia e a nova fase da
industria4.0
O Mappin foi uma das mais
tradicionais lojas de departamentos de São Paulo. Surgiu em 1913 e fechou em
1999, depois de 86 anos de atuação. Foi, juntamente com a Mesbla, Lojas Brasileiras,
Casa Fretin, Botica Ao Veado D’Ouro, Ducal e outras lojas, uma das principais
referências do comércio do Centro velho da cidade.
Depois de poucas decadas,
vitimados pela ação nefastas de politicos demagogos, ambiciosos e corruptos que
legislaram em proveito proprio, impondo leis demagogicas o comercio vive de
crise e depressão.
Cansei de continuar lendo e
ouvindo a ladainha de que o responsável pela hecatombe que vive o Brasil é de
empresários desalmados, escravocratas. E que a solução para os pobres trabalhadores
explorados são os sindicatos e os políticos socialistas, prontos a legislar em
defesa da classe trabalhadora. Sob estes discursos uma geração e meia,
intelectualmente falando estão perdidas, sera necessário um tempo longo para
formatar a mente destas gerações. A filosofia que os embala é que patrão tem o
dever de se portar de acordo que reza o discurso do politicamente correto, e
pior acreditam que a ameaça a imposição e a truculência de leis demagógicas são
os procedimentos corretos, para colocar os empregadores nas condutas que
acreditam adequadas.
Os tubarões, os verdadeiros donos
do Capital dão risada da tentativa e do fracasso desta filosofia.
Sobrou pra quem?
Sobrou para vitimas como eu, que
nasci pobre sem Capital hereditário, classe média filho e neto de imigrantes. E...
potencial empregador, aquele que gera emprego.
A verdade é que os grandes empresários sempre reclamaram do custo
Brasil, da suposta carga tributária elevada e nunca pagaram um centavo de
imposto. –
É... Eles não pagam, mas os pequenos, médios empresários. Pagam. E além dos
altíssimos impostos são atacados com a burocracia e a insegurança jurídica
tanto civil, qto a trabalhista.
O que não existe mesmo mais é espaço para insistir em que a base da pirâmide mais uma vez seja chamada a dar sua cota de sacrifício. A tal da classe trabalhadora evocada nestes discursos, depende diretamente da base da pirâmide de quem gera os empregos e que são os verdadeiros prejudicados.
O que não existe mesmo mais é espaço para insistir em que a base da pirâmide mais uma vez seja chamada a dar sua cota de sacrifício. A tal da classe trabalhadora evocada nestes discursos, depende diretamente da base da pirâmide de quem gera os empregos e que são os verdadeiros prejudicados.
Prejudicada a
base da pirâmide, que sustenta todo o arcabouço produtivo da Nação, os pequenos
e médios empresários, o que aconteceu foi o desastre que vive a economia no
Brasil, com a situação dramática que a classe trabalhadora padece no presente.
Sem emprego. Sem salario.
A mente de qualquer trabalhador
contemporâneo, encara seu empregador como adversário, como inimigo e não como
aliado, como deveria ser.
No Capitalismo, conta a
produtividade a concorrência a qualidade. No tempo da pujança da economia que
crescia a base de 8% ao ano, os trabalhadores tinham orgulho da empresa que
trabalhavam, existia uma rivalidade saudável com os outros trabalhadores das
empresas concorrentes, existia um plano de carreira e condições de prosperidade
dentro da própria empresa. Depois de décadas de discurso populista e oportunista,
todo este cenário foi destruído.
O Brasil foi destruido por um
sistema de corrupção endêmica que sustentou a elite parasitaria em detrimento
do PIB e de todos aqueles que tentaram produzir alguma coisa, pelo contrario
aquele que produz e gera riqueza sempre foi encarado pelos governantes, como o
pato a ser depenado. As leis demagógica, criadas pelos políticos oportunistas,
jamais se preocuparam em quem pagaria a conta em razão delas. De descalabro em
descalabro, vivemos o terror dos dias atuais.
Todos os pretendentes do campo conservador são co-responsáveis pelo
quadro de desastre social e econômico que o País atravessa. - Inclusive os do campo socialista
– nesta matéria não tem santo. A colonização nos paises latinos diferentemente
do anglo-saxão, excluiu o povo de sua genealogia.
Dentre os que lutam pelo
Poder o povo não conta. As ideologias são ferramentas da guerra. Os fins
justificam os meios. E ai não tem santo, estão todos no mesmo saco.
Os diagnósticos todos preparados pela turma do financismo anunciava a
inevitabilidade de uma quebra do governo caso as “reformas” apontadas por eles
não fossem implementadas com urgência e rigor. Estas reformas terão que acontecer de um jeito ou
de outro, senão o Brasil não sai do buraco.
A questão é, se a esquerda voltar
ao poder, terá que conciliar com tudo aquilo que critica. Sera necessário mudar
a mentalidade de uma geração que cresceu embalado pelo discurso do
enfrentamento em vez do discurso do alinhamento com aqueles que verdadeiramente
geram as possibilidades de prosperidade.
O Brasil não está quebrado!
Não... Mas esta travado. Sofre de gigantismo.
Um bobão desarticulado.
Toda e qualquer saída deve passar, em primeiro lugar, pela retomada do
crescimento da economia. Não há solução em torno da continuidade de novas e/ou
antigas propostas de reformas e ajustes.
A negativa da frase acima contraria
a própria afirmação da frase. É uma frase contraditória em si mesma. Como
convencer os DONOS DO CA´PITAL, que a coisa agora vai? Este negócio de
confrontar o PODER é de uma inutilidade que esta prestes a ser desmoralizada
pela realidade do contemporâneo. A não ser que se confronte com os robôs da
quarta revolução industrial.
A verdade é que os grandes empresários sempre reclamaram do custo
Brasil, da suposta carga tributária elevada e nunca pagaram um centavo de
imposto. –
É... Eles não pagam, mas os pequenos, médios empresários. Pagam. E além dos
altíssimos impostos são atacados com a burocracia e a insegurança jurídica
tanto civil, qto a trabalhista. Que
empresa resiste a uma legislação que a coloca a mercê de uma lei que não
garante a validação do recibo de quitação? As empresas são presas de chantagens
institucionalizadas.




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